A decisão da Presidenta Dilma em adiar a escolha do caça a ser adquirido pela Força Aérea Brasileira parece bem acertada. A impressão é que a francesa Dassault depositava todas suas fichas em vencer a a concorrência F-X2, pela qual o Brasil compraria da empresa 36 caças Rafale, incluindo um acordo de progressiva transferência de tecnologia e produção nacional.
O problema é que a Dassault não conseguiu emplacar seu caça no resto do mundo, e isso é um fator preocupante para um potencial comprador, já que os custos com atualização e manutenção dos aviões é menor quando há produção em maior escala. Fora o risco de o avião tornar-se inviável financeiramente para a empresa.
O texto abaixo é da Bloomberg Businessweek:
The French Fighter Jet That Nobody Wants
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